No meu penúltimo dia de viagem pelo Nordeste, uma forte chuva nos surpreendeu fazendo com que uma visita à praia de Itamaracá fosse substituída por uma ida ao único local do Recife em que qs ruas alagadas do Recife não atrapalhariam: um shopping.
Para compensar, à tarde, já com as ruas secas, seguimos rumo à oficina do artista plástico Francisco Brennand.

Trata-se de uma enorme área verde próxima ao campos da UFPE e reserva uma gratíssima surpresa aos visitantes.
Em novembro de 1971, o artista começou a reconstruir a velha Cerâmica São João da Várzea, fundada pelo seu pai em 1917.O conjunto, que estava em ruínas, transformou-se em um enorme museu que reúne as peças do artista plástico pernambucano, boa parte delas ao ar livre.
São formas humanas, animais, figuras que nascem da imaginação.
Em vários pontos também pode-se encontrar painéis de cerâmica com citações dos mais variados autores.
Você pode até não apreciar o trabalho de Brenand, mas a visita, em si, é imperdível. Um lugar com uma aura de magia.
Um exemplo em um país que não sabe valorizar seus grandes artistas.
Viva a arte! Viva Brennand, um pernambucano Leão do Norte.
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