Ou melhor, eu não sei dançar bem.
Até que gostaria, mas minha coordenação motora não ajuda; pelo mesnos quando a dança é a dois... dança de salão.

Nesse caso só consigo dançar com quem também não sabe, porque aí a gente inventa uns passos, erra tudo, mas ninguém se importa.
Sozinho ainda vai, e até que não sou dos piores.
Mas adoraria saber sambar, por exemplo. Morro de inveja de quem sabe fazer aquele passo miudinho.

Tudo bem que, pelo fato de minha mãe ser bailarina profissional, frequento o Teatro Municipal desde a minha mais tenra infância.



Longe de querer fazer, aqui, um tratado antropológico, acredito que seja algo que vem de tempos remotos, algo instintivo mesmo. Uma expressão corporal do bicho-homem, uma forma de comunicação com seus semelhantes.
O fato é que todas as culturas utilizam a dança em seus rituais, sejam elas mais rústicas ou mais avançadas.






A mistura do lúdico com a dança também estava presente nas coreografias "Hand Dance" onde só as mãos dos bailarinos apareciam, num show de criatividade; e em "Caught", em que efeitos de luz estroboscópica davam a impressão de que o bailarino estava flutuando no palco.
No final de tudo, a alegria estampada no rosto dos bailarinos do Corpo de Baile do Teatro e da platéia. Alegria de quem viveu, naquela noite, momentos de encantamento proporcionados pelo casamento de corpo e música, mais conhecido como Dança.
Adoro dançar. Meu pai era um pé de valsa.
ResponderExcluirA dança é uma das mais lindas expressões de arte e felicidade.
Adorei o tópico.
Agora sambar...estou com vc...adoraria saber. Ainda mais o miudinho que a turma do Fundo de Quintal é especialista!
Cheers!